Burnout em trabalhadores de uma ERPI durante a pandemia Covid-19
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Palavras-chave

burnout
estrutura residencial para pessoas idosas
trabalhadores
pandemia

Como Citar

Isabel Maria Ribeiro Fernandes, Agostinha Esteves de Melo Corte, Maria João de Almeida Nunes, Liliana Cunha Figueira Antunes., Sara Fonseca, Ana Catarina Gomes, & Ermelinda Maria Gonçalves Bernardo Marques. (2023). Burnout em trabalhadores de uma ERPI durante a pandemia Covid-19. RIAGE - Revista Ibero-Americana De Gerontologia, 4. https://doi.org/10.61415/riage.84

Resumo

O Burnout surge como resposta a um conjunto de stressores interpessoais presentes no contexto laboral, com implicação direta no desempenho e no grau de satisfação dos trabalhadores bem como na qualidade dos cuidados a prestar aos beneficiários. A pandemia COVID-19 contribuiu para a magnitude deste problema em vários contextos profissionais e no âmbito das Estruturas Residenciais Para Idosos (ERPI) não foi exceção. Este estudo teve como objetivo primordial avaliar os níveis de Burnout dos trabalhadores de uma ERPI do interior de Portugal.

Foi um estudo do tipo descritivo, transversal e quantitativo, com uma amostra de 23 trabalhadores dos quais se recolheram informações de cariz sociodemográficas, profissionais e o Inventário de Burnout de Copenhagen (IBC), recorrendo a um questionário.

Os participantes no estudo têm uma média de idade 43,86 anos e 78,3% são do sexo feminino. Trabalham em média 38,15 horas por semana e cerca de 60% da amostra falta ao serviço por motivos de doença, nomeadamente a COVID-19 e as alterações musculosqueléticas.

Os resultados obtidos através da aplicação do IBC, por dimensão, revelam que 52,17% apresentam Burnout pessoal; 34,78% Burnout relacionado com o trabalho e 69,56% Burnout relacionado com os clientes da ERPI. Quanto ao nível de Burnout global, a média é de 51,74 pontos (valor máximo de 100).

https://doi.org/10.61415/riage.84
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